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♥ Leitura do Momento:
- Charlotte Street, de Danny Wallace;

- Perdida, de Carina Rissi.

   Li Essa Semana: 
 
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Meg Cabot é conhecida pelos livros divertidos e incrivelmente engraçados que escreve - e, sem dúvida alguma, TGT é um desses. A história, pra começar, é bem louca, mas que se torna muito plausível na mão da senhorita Cabot: Jane, uma moça solteira, feliz e desenhista de uma famosa tirinha sobre um gato, está prestes a embarcar para a Itália para presenciar o casamento de Holly, sua melhor amiga de toda a vida, e Mark, o noivo dela. Mark, por sua vez, leva seu melhor amigo, Cal, um descrente no amor e no casamento num geral.

Os dois se desentendem imediatamente, pois Jane acha que Holly e Mark são feitos um para o outro, e nada deveria impedi-los de se casar - nem mesmo o melhor amigo do noivo. Com isso, fica claro de ambas as partes que eles não se suportam, mas todos nós, leitores, conseguimos ver uma atração entre os dois bem difícil de passar despercebida. Como já comentei em outra resenha, a grande sacada da Meg é o jeito incrível que ela conta as coisas, das mais comuns às mais loucas.

E nessa história em particular, temos toda a narrativa feita somente em emails, mensagens e relatos no diário de viagem de Jane, o que achei muito legal porque sou fã desse tipo de narrativa (vide Tweet Heart, que é amor <3) e fez com que as coisas fluíssem muito bem na história. Não sei se precisamos de um livro tão grande para contar a história, mas certamente isso fez as coisas ficarem mais divertidas.

Jane é uma ótima protagonista: ela é meio piradinha, ok, mas não tem papas na língua, é uma ótima amiga e faz de tudo para fazer com que esse casamento aconteça. Claro que - e eu tenho que fazer essa observação! - ela é americana, então passa a viagem inteira comparando a Itália com os Estados Unidos, o que, em algumas observações, é meio irritante, porque ela parece ter um pouco daquele problema de achar que seu país é maravilhoso em todos seus requisitos. Mas isso não atrapalha muito na narrativa. Holly, sua melhor amiga, é legazinha. Eu a achei meio sem graça e um pouco infantil, mas dá pra notar que as duas são mesmo próximas, como irmãs.

Mark foi uma fofura inesperada - ou que eu já deveria saber que seria ótimo, porque todo mundo sabe que a Meg cria personagens masculinos como ninguém (e isso foi em parte o que me fez gostar tanto dela, HAHAHA). Mas, ah, como comentar Cal? Ele é um chato, arrogante e descrente no amor. Na verdade, agora que penso, me lembra um pouco o Mr. Darcy, de Orgulho e Preconceito (fãs, não me matem). Mesmo assim, é impossível não dar risada dos diálogos entre ele e Jane, dar risada das situações malucas em que ambos se metem e, claro, não torcer para que fiquem juntos. Sim, ele é uma coisa adorável! (e ainda viaja pelo mundo, gente. Como não amar??)

Todo garoto tem é um ótimo romance da Meg - divertido e fofo na medida certa, com personagens encantadores e cenas engraçadas. Claro que o lugar também ajuda muito - ele se passa na Itália, ALÔ! - e minha vontade de viajar pra lá aumentou mil vezes lendo esse livro. Além disso, adorei o título e, principalmente, o que ele realmente significa. 

É um ótimo livro e vai te deixar com um sorriso na cara ao final da leitura :)
 
P.S.: Ele faz parte de uma série, Garotos, mas não há a necessidade de ler os outros títulos antes desse.
P.S.: Quem mais acha que a Jane iria se dar super bem com a Delilah (Qual seu número?) e com a Tilly (Dizem por aí...)? Seria um trio incrível, HAHA!
 
 
(Quatro estrelas)

Autor(a): Meg Cabot 
Editora: Galera Record 
Ano: 2004 (original) - 2008 (Brasil) 
Páginas: 328 (original) - 380 (Brasil) 
Nome original: Every Boy Got's One 
Coleção: Garoto, #3








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FOFURA. Isso define bem esse livro. E digo isso como um grande elogio.

Pra quem não sabe, eu estou querendo esse livro desde que lançou, mas, por motivos aleatórios, até então não tinha conseguido. Porém, um dia desses, finalmente fui à livraria e levei para casa, já lendo.

E o livro é apaixonante! É bem daqueles livros que você dá risada, sorri, faz “awn”, torce pelos personagens... Você até sabe o que vai acontecer na história, mas isso não é um problema, porque o divertido é saber o desenvolvimento, “como” isso irá acontecer. E o diferencial desse livro é que nossa protagonista, Penny Lane, possui dois pais fanáticos por Beatles (caso o nome não tenha sido uma dica clara) e, com isso, também é apaixonado pelos meninos de Liverpool. Eu curto bastante Beatles, então eu adorei essa ideia de misturar livros com as músicas deles, que justamente, passam tantos sentimentos.

E o livro não me decepcionou. Adorei os personagens, desde Tracy, a melhor amiga de Penny, complexada por causa dos meninos, a Diane, a ex-melhor amiga de Penny que há tempos a trocou pelo seu então namorado, Ryan, mas, quando terminou o namoro, finalmente se deu conta da mancada que tinha feito e resolve correr atrás. Tem até o amigo bobão de Ryan, Todd, que no começo parece ser um cara legal, mas se revela um idiota como vários outros.

Mas o que eu mais gostei foi que esse livro vai à direção oposta de tantos outros Young adult por aí: aqui, a Penny quer mostrar às outras meninas que (como diz o subtítulo) nenhuma menina precisa de namorado pra ser feliz, ou, melhor dizendo, pra ser incrível como por si só já é. Achei bem legal essa visão, porque quantas vezes a gente já não cansou de ver aquelas protagonistas bobas que só sabem correr atrás do garoto, o livro todo? Ou até mesmo na vida real, quando deixamos de lado tantas coisas por alguém que não está disposto a mudar um tiquinho da sua vida por nós?

Essa mensagem foi bem legal e, em minha opinião, a melhor coisa do livro. As reuniões que o grupo fazia, só de meninas, eram super bacanas e, com o tempo, mais garotas foram notando como podiam ser incríveis sem um garoto ao lado. Claro que temos um par romântico para nossa protagonista mas o objetivo aqui está feito: ela aprendeu a lição. Ela não vai mais trocar amigas maravilhosas por um namorado qualquer e, além do mais, não vai escolher um cara qualquer. Penny avançou e aprendeu.

Portanto, eu indico o livro. Ele é divertido, engraçado, fofo e tudo o que um bom livro deve fazer você sentir. E, mesmo que você seja menino, acho legal ler também, para ver as coisas - o relacionamento, pra começar - com os olhos do outro lado da história. Então, o que está esperando? Vá lá ler e se apaixonar!

+ Favorito!

(5 estrelas - 10,0)

Autor(a): Elizabeth Eulberg
Editora: Intrínseca
Ano: 2009 (original) - 2011 (Brasil)
Páginas: 290 (original) - 238 (Brasil)
Nome original: The Lonely Hearts Club
Coleção: -




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♥ Leitura do Momento:
- Charlotte Street, de Danny Wallace (tá fofo, gente!) 

- Perdida, de Carina Rissi (muito engraçado, sério)

   Li Essa Semana: 

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Seção inspirada no  "In my Mailbox" do blog  The Story of Siren, em que compartilhamos os livros que chegaram pelo correio, no meu caso, não necessariamente semanalmente.