Comecei a ler esse livro sem grandes pretensões, só com uma curiosidade de saber qual seria a história, porque a capa original e o título eram simplesmente fofos demais para ignorar. Quando vi, eu já tinha lido uns 30% do livro, numa sentada só. Ajudou um pouco o fato do livro se passar na época das festas de final de ano, e eu sou bem apaixonada por essa temática (sou bem natalina, sim).
Achei aqui
Aproveitando que o ano ainda está no começo, resolvi fazer um apanhado dos vários (mas nem tantos) livros que andei lendo nesses últimos dois anos.


Em 2015, acabou faltando eu comentar dois livros que li mais pro final do ano. O primeiro é O presente do meu grande amor, uma coletânea de vários contos natalinos organizada pela Stephanie Perkins. Confesso que amei o livro, já que afinal eu adoro o Natal também. Foi bem legal descobrir novos autores e autoras para se aventurar. Depois, teve Anexos, o meu terceiro livro da Rainbow Rowell, e o que eu menos gostei até agora, mesmo que tenha a escrita fácil da autora (achei meio assustador o plot se desenvolver a partir de alguém lendo emails de outra pessoa).

Em 2016, começou o meu primeiro ano na faculdade de Direito, o que me fez abandonar, bastante, as leituras. Os três livros que li nesse ano foram ainda no período das férias, ou pouco depois do começo das aulas. A Marca de Atena, o terceiro livro da série Os heróis do Olimpo, do Rick Riordan, foi muito bom! Adoro o jeito que o Rick escreve, mesmo que seja voltada para um público infanto-juvenil e que as histórias não sejam ultra inovadoras. Depois, teve Um Ano Inesquecível, uma outra coletânea de contos, dessa vez abordando as quatro estações (por isso o nome do livro). Confesso que me decepcionei, estava esperando algo bem legal, mesmo que tipicamente adolescente, mas me irritei muito com os personagens de praticamente todos os contos.  Por último, continuando a minha mania de começar-uma-série-e-depois-não-ler-as-sequências, eu li o primeiro livro de Maze Runner, do James Dashner. Achei legal, especialmente porque no livro conseguimos ver momentos que infelizmente, não se passam nas telas (principalmente da amizade entre o Thomas e Newt).


Em 2017, eu tentei retomar o blog, mas não deu muito certo. Pelo menos, fiz algumas leituras bem legais. Logo no começo, li Admirável Mundo Novo, do Aldous Huxley, um clássico da distopia. Achei muito bom e, de verdade, até os dias de hoje me pego pensando nas coisas que ele descrevia, tentando inserir em contextos diferentes e atuais. É uma leitura em que todo mundo que gosta de universos distópicos deveria investir. Depois, veio Pequenas Grandes Mentiras, da Liane Moriarty. Ano passado saiu a série, pela HBO, baseada nesse livro, e eu vi uns episódios, achei interessante, fui ler o livro. E ele é muito bom e ainda mais completo que a série! Curti mesmo, e recomendo. Nas férias de julho, resolvi ler As Gêmeas, da Saskia Sarginson. Foi uma leitura regular, com personagens um pouco mal-desenvolvidos e um desfecho inesperado, mas aquém do que poderia ser. Por fim, minha última leitura do ano foi Para todos os garotos que já amei, da Jenny Han. Comecei sem muitas pretensões de sequer finalizar, mas me surpreendi muito!!! Tem personagens cativantes e uma escrita que transborda sentimentos.


Então, temos 2018. Por enquanto, só li esses três livros. Os primeiros dois, P.S. I still love you e Always and forever, Lara Jean são continuações da série Para todos os garotos que já amei, da Jenny Han, e são muito gostosos. Sério, é uma série contemporânea muito bem escrita! Se tu curte livros do "cotidiano", mas especiais, leia! Depois, li o novo livro do John Green, Tartarugas até lá embaixo. É verdade que fui com certas expectativas (gosto bastante dos livros do autor), mas não foram atingidas na sua totalidade. Gostei muito da maneira como doenças mentais foram representadas, sem o costumeiro romantismo falso a la Lana del Rey, mas alguns personagens não me conquistaram e achei meio sem destino a história de fundo.

E é isso aí! Ignorando os livros jurídicos, essas foram minhas leituras. Espero melhorar a média anual. E vocês, o que andaram lendo?

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Tentando ser mais prática e, ao mesmo tempo, me incentivar, eu resolvi escolher 12 livros para 2018, como se fosse a minha TBR. Vi um vídeo da Pâm Gonçalves que me deixou animada, e resolvi ir atrás! Esses são os escolhidos:


Diga aos lobos que estou em casa, de Carol Rifka Brunt
Dom Casmurro, de Machado de Assis
Corte de espinho e rosas, de Sarah J. Maas
Boa Noite, de Pâm Gonçalves
A Lista Negra, de Jennifer Brown
A fúria e a aurora, de Renéé Ahdieh
A study in Charlotte, de Brittany Cavallaro
O ódio que você semeia, de Angie Thomas
O mundo de Sofia, de Jostein Gaarder
O sol também é uma estrela, de Nicola Yoon
Tartarugas até lá embaixo, de John Green
Um tom mais escuro de Magia, de V. E. Schwar

Todos esses livros são leituras que eu queria ter feito há um bom tempo já ou que eu estou bastante curiosa a respeito. Espero honestamente conseguir ler, pelo menos, metade dessa lista! Vou procurar ir atualizando conforme as leituras acontecerem, mas sem grandes cobranças, porque isso nunca me ajuda em nada, hahaha.

Ah, e eu esqueci de colocar na lista, mas como adendo, quero começar os livros As crônicas de Gelo e Fogo (Game of Thrones), porque parecem ser muito melhores que a série e eu tenho todos os livros lançados já aqui na estante.

Aliás, eu queria mais dicas de livros bons que não fossem tanto do gênero young adult / contemporary, vocês têm dicas? Já fizeram alguma lista de metas de leitura?

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Oi! Ultimamente, eu senti uma saudade muito grande de ler. Tudo começou no final do ano passado, quando eu sem querer comecei a ler um livro no Kindle do meu celular, sem compromisso algum, e acabei terminando a série menos de uma semana depois. Eu gosto muito de ler, isso é óbvio, mas com a faculdade, os trabalhos, as provas e as leituras obrigatórias, as coisas ficaram mais corridas, mais adultas e mais complicadas de conciliar. No entanto, ano passado eu tentei voltar para o blog. 

Não deu certo, de novo. O ano foi extremamente desgastante (boatos de que é o pior dos cinco da faculdade), e acabei deixando o blog de lado antes mesmo de voltar. Um ano depois, estou aqui tentando de novo, mas sem grandes compromissos. Pode ser que a frequência de postagens deixe a desejar, mas eu tentei mudar o blog para se adequar à minha nova vida: mudei o banner, atualizei as páginas de leituras e filmes, e dei um revival na página do facebook.

Esse ano (o 3º do meu curso de Direito) eu provavelmente começarei a estagiar, mas sinto que terei mais tempo livre que nos últimos tempos, porque só terei aula na parte da manhã e, enfim, não quero me desgastar que nem aconteceu várias vezes.

Em breve eu vou falar um pouco mais das minhas leituras desse ano, e tô pensando também em fazer uma recapitulação do que andei lendo... nos últimos dois anos. Tristemente, não foi muita coisa, mas alguns livros foram bem especiais, e não posso deixar de compartilhá-los.
É isso, galerê. Espero que tenha ainda alguém aí me ouvindo...

P.S. Importante lembrar que eu tô sempre aberta a ideias, sugestões e críticas! Pode ser aqui nos comentários, ou em qualquer rede social.


Oi, gente. Faz muito, muito tempo que eu não sento aqui pra escrever essa postagem. Eu tive oportunidades antes, é verdade. Mas eu sentia que, com tanta coisa nova acontecendo na minha vida, escrever no blog acabou se tornando uma tarefa complicada, e eu não queria sair por aí postando coisas de qualquer jeito.

Bem, é janeiro de 2017. Quase um ano depois da última postagem - acho que nunca fiquei tanto tempo sem postar algo, sem dar algum sinal de fumaça, sem comentar (ou surtar) por algum livro que eu li... Me dá saudades, mas eu sei que quando minhas aulas voltarem, junto com compromissos, provas, problemas, eu não terei esse mesmo tempo livre (provavelmente não terei nenhum, quase). Por isso, meu intuito esse ano não é retornar como as coisas eram antes, mesmo porque isso não é possível. Eu quero voltar, sim, mas de um jeito que eu possa me dedicar de verdade, e da maneira que agora eu acho boa. Ainda estou descobrindo como? Sim, mas espero que ainda tenha sobrado alguns leitores pra me acompanhar, hehe.

Eu sou a pior pessoa do mundo quando estamos falando de terminar séries de livros começadas. Sério. Eu sou aquele menina que lê o primeiro livro e pensa "Nossa, que série legal, eu deveria ler o resto!", mas nunca NUNCA N-U-N-C-A faz isso. Por isso, eu cheguei a uma conclusão em 2016: eu não aguento mais fazer isso.

Após duas boas experiências com a Cora Carmack, que se mantém o nome do new adult, pelo menos para mim, eu estava animada para a finalização da companion novel. Nós conhecemos a história narrada por Kelsey, uma grande amiga de Bliss, apesar das personalidades contrastantes, que depois de terminar a faculdade resolve passar um tempo viajando pela Europa e tendo os melhores momentos da sua vida. Incrível, né? Bem, é isso que Kelsey quer que todos pensem, mas na realidade a protagonista é bem, bem mais complexa que isso.


Eu nunca fui uma menina que nossa, adorava super-heróis e lutas e suas adaptações para quadrinhos, filmes, séries e etc. A ideia de ter um super poder? Muito interessante, mas geralmente os donos dessas habilidades especiais falhavam em me cativar o suficiente para eu me interessar de verdade.

Por muito tempo, meu conhecimento sobre HQs era tão genérico quanto podia ser: pra mim aquele era um território complicado, cheio de minas terrestres escondidas prestes a explodirem assim que eu falasse alguma coisa inapropriada. O máximo que eu chegava perto disso era X-Men, e aquele desenho MARAVILHOSO dos Jovens Titãs que nunca deveria ter acabado. E isso nem era HQ de fato, era apenas uma adaptação, mas na minha mente super-heróis e quadrinhos eram sinônimos, e era até aí que eu ia.

(Talvez eu esteja esquecendo algum contato com super-heróis, mas provavelmente não era nada memorável. Eu nunca gostei muito do Super-Homem e de seus amigos, e pra mim o mundo dos quadrinhos era mais ou menos só isso) (Sim, eu sei que isso é uma ideia bem idiota, mas enfim)

De qualquer forma, conforme eu entrei na adolescência, meus gostos começaram a mudar e eu comecei a dar outro olhar a esse mundo. Claro, eu ainda não sabia nada de nada, mas já pegava uma referência ou outra, e super-heróis já não eram tão preto no branco, sem graça, como eu antigamente pensava.


No entanto, por N fatores, eu lia praticamente 0 quadrinhos. Ano passado, por algum golpe do destino, mil fatores me fizeram questionar o POR QUE DIABOS EU ME PRIVAVA DISSO. Talvez tenha sido as séries de super-heróis que a Netflix lançou. Talvez seja os muitos posts super animados sobre Ms. Marvel e o que sua inovação representava para os quadrinhos. Talvez tenha sido as minhas amizades, que finalmente me influenciaram a esse ponto. Talvez tenha sido o fato de que DC e Marvel têm lançado alguns filmes bem legais, e eu fiquei bem curiosa com elas.

Talvez, de fato, fosse só uma questão de tempo para eu quebrar a cara e ver o quão errada sobre tudo isso. Ler essas hqs é uma leitura diferente, dinâmica, e que serve tanto como passatempo como para te fazer parar pra refletir sobre algumas coisas bem complicados. Mesmo que seja com apenas uma tirada genial sobre a friendzone, por exemplo, ou sobre o que decidimos fazer com a nossa vida, nos detalhes.

De qualquer forma, eu li muito, muito mais, que eu jamais li, e que eu imaginava que leria. Além disso, hqs são um mundinho tão incrível que cada vez que você conhece alguma coisa, você quer conhecer mais 100. E não, Isabella, elas não se restringem a apenas super-heróis protegendo o mundo de coisas esquisitas (mas ok, tem bastante disso e NÃO É RUIM! Nem sempre!).

Enfim. Eu queria muito escrever esse post pra você, que também tem um pensamento parecido com o meu, ou simplesmente não se arrisca por ter medo que a "patrulha dos quadrinhos" te prenda se você revelar que não sabia que o nome verdadeiro do Batman era Bruce Wayne. Aliás, uma dica: essa patrulha? Vai existir em qualquer lugar que você vá, seja nos livros, nos filmes, na música. E o segredo é desencanar, ninguém nasceu sabendo e até esses que se dizem gênios já cometeram alguma gafezinha. Aproveitando essa vibe feliz de quem encontrou uma nova coisa (que não é nova) pra amar na vida, indico algumas ÓTIMAS leituras que fiz:


Essa é a mesma foto que ilustra o começo do post, e todas essas HQs são bem bacanas, mas citando as minhas favoritas:
MS. MARVEL: awn, essa protagonista!!! Kamala é um amor, e é muito fácil de se identificar. Além disso, os volumes geralmente levantam algumas questões problemáticas de uma maneira interessante e nova.
DAYTRIPPER: esse não é uma ~série contínua~ e sim um só, mas é tão amorzinho e fofo e bem feito e bem desenhado que eu acho que todos deveriam ler. Sério, me dá um calor de felicidade no coração quando eu lembro que os gênios que escreveram são brasileiros que vocês não sabem.
ALIAS: é a HQ que originou a série da Netflix, Jessica Jones. Já finalizada há um bom tempo, ela conta a vida de Jessica jura?!, uma ex-super-heróina que agora trabalha com investigações. É bem mais aprofundada que a primeira temporada, se você curte a parte da investigação, além de lidar com situações complicadas personificadas pelos desafios que Jessica tem que enfrentar contra si mesma, então vale bem a pena. Ah, e tem várias aparições de outros heróis lindas <3.  
ENTÃO, já se animou para ler uma HQ hoje?

P.S.: Desculpa se houver algum erro na postagem, ainda sou nova no assunto e tô aprendendo as coisas.

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Quando eu consegui esse livro no NetGalley, eu fiquei super animada, porque a Giovanna é uma dessas novas autoras que eu tinha muita curiosidade em ler os livros, principalmente porque eles sempre tinham uma chamada muito legal.

Dream a little dream conta a história de Sarah, uma moça no final da juventude, que apesar de ser inteligente e capacitada, está extremamente acomodada com a vida sem graça e sem grandes perspectivas que vive, num trabalho medíocre, sem se recuperar direito de um relacionamento que acabou há tempos com seu ex, mas ao menos com bons amigos para ajudá-la.

Sarah é uma personagem conflitante, o que reflete como muitas pessoas nessa fase da vida se sentem. Ela sabe do que gosta, mas ainda assim tem um receio gigante de agir e uma bagagem bem complicada de se lidar, o que me fez ficar irritada com ela diversas vezes ao decorrer da história, porque há sim algumas atitudes bem questionáveis e infantis suas, além da narração se tornar uma coisa meio grudenta depois de um tempo.

Sua vida muda quando duas coisas acontecem: ela começa a ter sonhos românticos com um antigo conhecido da faculdade, Brett, e acaba descobrindo que a versão real dele começa a trabalhar no mesmo escritório que ela. Brett é um cara saído de uma boa comédia romântica: bonito, fofo e simpático, é alguém fácil de se gostar e seu relacionamento com Sarah vai se transformando aos poucos em algo bem fofinho.

Um dos pontos positivos, decorridos dessas mudanças na vida da Sarah, é que a própria personagem avança um pouco e sai do lugar-comum em que ficou presa tanto tempo. Não só na questão profissional ou amorosa, mas ela finalmente consegue resolver alguns conflitos guardados dentro de si que só a desgastavam, como o relacionamento passivo-agressivo com o ex, Dan, que está prestes a se casar com uma garota aparentemente sem defeitos, na visão de Sarah.

O grupo de amigos de Sarah são um escape dos momentos mais chatinhos dos livros, talvez por representarem o que todos nós queremos em nossas vidas: bons amigos, que nos conhecem muito bem, e que são ainda por cima engraçados e simpáticos. É interessante ver a dinâmica do grupo, e apesar de eu desejar um pouco mais de destaque em certos personagens, posso garantir que é um dos pontos bons do livro.

Dream a little dream possui um inglês intermediário, principalmente por conta das gírias britânicas com as quais eu não estava nem um pouco acostumada, mas com diálogos fáceis. É um bom livro para ler nas férias, sem compromisso. Se você curte livros fofinhos, é uma ótima pedida.

3 sonhos com o Brett

Autor(a): Giovanna Fletcher
Editora: Penguin
Ano: 2015
Páginas: 426
Nome original: -
Coleção: -


Oi, oi, gente!

Eu quero fazer esse post desde que ganhei, enfim, de aniversário a nova coleção dos livros de Harry Potter. Essa coleção é muito especial, mesmo considerando as mais diversas já feitas para esses livros queridos, porque conta com ilustrações maravilhosas tanto fora quanto dentro dos livros, e os detalhes da nova edição são muito fofos, sabe?

-> Leia antes:
1ª temporada
2ª Temporada

Parecia que fazia SÉCULOS desde a última vez que eu tinha “encontrado” Priscila, Rodrigo, e seus amigos. E não fui só eu que senti isso, pois na história os acontecimentos se aceleram e estamos no começo do primeiro ano de faculdade de Priscila, logo após chegar dos Estados Unidos, onde foi visitar Fani, um pouco tempo depois do término dela com Léo. É interessante justamente nesses momentos observar como as duas séries se encaixam como peças de um mesmo quebra-cabeça, né? Dá pra ver que Pri passou por momentos incríveis nessa viagem, e que seu namoro com Rodrigo torna-se algo cada vez mais sério.


Vocês sabem como, nos últimos tempos, muitas distopias ganharam força, mas já fazia um tempinho que os livros de young adult não tinham como temática aliens, não? Talvez por isso eu tenha ficado bem curiosa com A 5ª Onda, o filme baseada na obra homônima de Rick Yancey, publicada pela Editora Fundamento aqui no Brasil.

Livros com adolescentes e temáticas mais pesadas foram uma das coisas que se tornaram mais comuns e mais influentes nos últimos anos, tornando a abordagem um ponto cada vez mais importante numa história já contada de diversas maneiras. Por isso, quando comecei minha leitura de Zac & Mia, apesar da curiosidade, eu também queria algo um pouco diferente de outros livros da chamada “sick lit” que já tinha lido.

Original (ACHEI TÃO FOFO!)
Vem ouvir essa música enquanto lê!

Bem, mais um ano novo está diante de nós, e com ele, a sensação de termos mil possibilidades e caminhos a se seguir. Para muitos de nós, 2015 foi um ano complicado, mas também único, pois trouxe alguns fatores positivos e surpreendentes. Assim como a imagem acima deixa explícito, é um ano completado, e agora nos voltamos para esse novo que já vem com um dia a mais para aumentar as chances de algo mágico acontecer.

Você já fez alguma meta? Eu já (não consigo resistir a uma boa listinha, adoro) e estou bem animada para começar a cumpri-la, e gostaria de deixar vocês com essa sensação boa de que algo legal vai acontecer, ou melhor, que você vai fazer algo que quer acontecer. Talvez 2016 seja o ano que você finalmente comece a estudar aquele idioma que você quer tanto aprender, ou quando fará sua primeira tatuagem. Talvez a vida mude totalmente com a entrada numa faculdade, ou com um intercâmbio, quem sabe? Essa é a graça dos primeiros dias do ano, parar um tempinho para pensar nas várias rotas que poderíamos seguir e escolher a que mais se ajusta.

Achei aqui
Ano passado teve seus pontos bons, eu tenho certeza, mesmo que em medidas diferentes para cada um de nós, mas aproveite esse novo ano para talvez, refletir sobre coisas diferentes. Sair do caminho mais usado, e se arriscar um pouquinho mais, sem ter medo de investir em alguma experiência nova.

Não caia na mesmice, se ela te chateia. Às vezes um pequeno detalhe faz todo a diferença no nosso dia a dia, então aproveite esse clima bom que só mesmo a passagem do ano consegue nos dar para se motivar a olhar dentro de si mesmo(a) e procurar perguntas e respostas. Mesmo que as últimas sejam mais complicadas, questionar já é o primeiro passo pra evoluir.

2016 é um ano que ainda é uma incógnita, então só posso desejar uma coisa a todos vocês: tudo de bom. Muitos livros, muitas viagens, muitas coisas boas e mudanças, porque ninguém merece ficar estático para sempre, né?

P.S.: 75 postagens em 2015! Será que superamos isso em 2016? Espero de coração que sim.

P.S. 2: Esse não é meu último post falando sobre coisas legais de 2015...

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Oi, gente linda! A estação mais quente e mais bronzeada do ano chegou, mas é claro que a blogueira aqui tinha que atrasar uns dias porque né, final de ano complica e melhora tudo.

Verão é uma estação de contrastes, para mim. Ao mesmo tempo que eu amo a sensação que ela me passa, de férias, praia, dias mais longos... É impossível não ficar um tiquinho nervosa com esses 35º, 40º que chegam a temperatura em vários dias dessa estação, ainda mais se você não está munida de um ar-condicionado ou uma boa piscina. 

Pensando nisso, aqui vão algumas dicas pra você aproveitar o Verão do jeito que der, ou seja, do melhor jeito possível! 


Oi, gente!
Desculpem o atraso para sair o resultado da promoção, que acabou no dia 14, mas com a correria do final do ano e as provas dos vestibulares ficou meio complicado sentar e organizar o blog... Mas enfim, aqui estamos!

Foram 363 entradas, porém só uma ganhadora de sorte:


Parabéns, Luciane Rodrigues! Já enviarei o email para você, que tem 3 dias para respondê-lo com seu endereço :)

Em breve teremos mais promoções, então fiquem ligados e continuem entrando no blog.


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-> Leia a resenha ouvindo Seasons, do Olly Murs (tem tudo a ver!)

Desde o lançamento independente deste livro, eu tinha ficado curiosa. Amo histórias envolvendo apostas e casais com temperamentos fortes, que prometem não só uma química excelente mas momentos bem divertidos também. Por isso, quando soube que a Novo Conceito ia relançar, fiquei mais que animada e, assim que chegou em casa, comecei a leitura.

Eu sou uma leitora fiel do blog onde a Dayse costuma escrever, o Nem Um Pouco Épico, além de acompanhar, há certo tempo, seu twitter e sua animação para conversar sobre os mais diversos assuntos. Por isso, quando saíram as primeiras notícias de seu livro sendo lançado pela Gutenberg, vocês podem imaginar minha animação: eu quero todos os livros que blogueiras que, como ela, conseguiram publicar nos últimos anos. Infelizmente, só em 2015 surgiu a oportunidade e posso dizer de antemão: é impossível não se contagiar com a história.


Resolvi cumprir a promessa e cá estou, com uma promoção de aniversário do blog, valendo o livro Dez coisas que aprendi sobre o amor, da Sarah Butler, mais dez marcadores variados.

(Eu juro que a ideia inicial era algum bolinho fofo do Weheartit, mas então apareceu essa foto linda dessas abóboras e Halloween é um dos eventos mais legais do ano, que ocorre curiosamente no mesmo mês que o aniversário do blog e eu nunca tinha juntado os dois, então pensei: INTERESSANTE. Vamos tentar.)

Pra quem não notou, eu mudei hoje o banner do blog pra combinar com esse mês de aniversário e mesmo tendo saído meio tosco, fiquei feliz porque tem Dylan O'Brien e Melanie Martinez, além de mostrar os #5anos do blog. E porque deixou o clima mais ~animadinho~.